Páscoa

Desejamos a todos uma Páscoa Feliz e um óptimo fim de semana!

Pérolas

Existem vários tipos diferentes de espeleotemas no interior de uma gruta!

Um dos mais diferentes e originais tipos de espeleotema, são as pérolas de caverna!

Estes espeleotemas, são pequenas estruturas globulares de calcite, originadas pela precipitação sucessiva de finas camadas de calcite em torno de um material diferente (normalmente num local onde existe concentração de água).

O seu arredondamento (por vezes perfeitamente esférico) e cor esbranquiçada, justificam a adequada designação deste particular espeleotema.

Árvore(s)

Já chegou a  Primavera!

O CISED dá as boas vindas à estação e deseja-vos um feliz dia da Árvore e da Floresta!

Testemunhos Fósseis

Testemunhos das deposições que originaram esta extensa área calcária, é possível encontrar em alguns locais do concelho, vários fósseis de invertebrados marinhos, sendo os mais normais os amonóides e os bivalves.

Criar Raízes

As raízes das árvores penetram desde a superfície, através das rochas, até atingirem o interior da gruta do Algarinho.

No tecto, podemos ver pendurados compridos fios, que por vezes atingem mesmo o chão da gruta.

A imagem deixada por este fenómeno, não poderia ser mais espectacular.

Rio(s) de Pedra

“A ausência de escoamento superficial é uma das características principais dos maciços calcários carsificados. A maior parte da água que cai no maciço entra na rede de galerias através dos algares, dos lapiás e, de um modo geral, através das fendas superficiais do calcário, para percorrer a rede subterrânea e sair, normalmente na bordadura dos maciços, através das exsurgências. É isto que acontece na área em estudo, onde praticamente não existem cursos de água subaéreos..” *

* Lúcio Cunha

“As Serras Calcárias de Condeixa-Sicó-Alvaiázere – Estudo de Geomorfologia” (1990)

Perdas

“…podem ser apontados alguns casos de perdas, com funcionamento temporário, quando, no Inverno, as precipitações mais abundantes originam pequenos cursos de água, que aí entram na rede cársica.” *

O Sumidouro da Várzea tem um funcionamento  temporário e apenas as chuvas mais abundantes originam perdas significativas para a rede cársica.

* Lúcio Cunha

“As Serras Calcárias de Condeixa-Sicó-Alvaiázere – Estudo de Geomorfologia” (1990)

Cactos… com muita àgua!

Uma das salas da gruta do Soprador do Carvalho, encontra-se repleta de espeleotemas muito particulares.

As formações, de rara beleza, fazem lembrar de certa maneira uma “floresta de cactos”, mas ao contrário dos originais, estes sobrevivem “à custa” da abundância de água!

O “Selo do Calcário”

“…as pequenas depressões fechadas com origem directa ou indirecta no trabalho corrosivo das águas, são consideradas pela generalidade dos autores como as formas mais características do relevo cársico, a tal ponto de A. F. MARTINS, nas suas aulas sobre morfologia cársica, o transmitir aos alunos de uma forma particularmente sugestiva: “A dolina dá o selo ao calcário”.

Lúcio Cunha

“As Serras Calcárias de Condeixa-Sicó-Alvaiázere – Estudo de Geomorfologia” (1990)

Vale por si só…

Aberto em materiais mais brandos (formações calcomargosas do Liásico médio e superior) em relação aos em que se encaixa (materiais calcodolomíticos), o Vale do Rabaçal pelo seu aplanamento, constitui uma via cómoda de circulação, que antes de nós, os Romanos aproveitaram.